quarta-feira, 29 de maio de 2013

MÓBILE DE FELINOS


MÓBILE DE FELINOS
Hoje dia 29/05/2013 realizamos uma atividade que ficou muito alegre, colorida e linda, como mais uma forma de registrar o nosso Projeto sobre Os Felinos. Foi a primeira vez que usei esse material com essa turma. Eles procuraram explorar todas as cores e gostaram muito do resultado da mistura das cores e do efeito que ficou impresso. 
Materiais utilizados: 1 prato de papelão
                                   2 olhinhos médios
                                   1 focinho
                                   tinta aquarela em pastilhas
                                   retalho de E.V.A vermelho
                                   cola quente                                   
                                   barbante ou fio de nylon




     ESSA ATIVIDADE NÃO FOI POSSÍVEL DEIXAR EXPOSTA, POIS AS CRIANÇAS FICARAM ANSIOSAS PARA LEVAREM PARA CASA, JUSTIFICANDO QUE GOSTARIAM DE MOSTRAR  LOGO PARA AS FAMÍLIAS E EU NÃO PUDE DEIXAR DE ATENDER A ESSE PEDIDO. COLOQUEI UM BARBANTE GRANDE, ASSIM CADA UM IRÁ EXPOR EM CASA DA MANEIRA QUE ACHAR MELHOR.

Prof.ª Silmara Farias

terça-feira, 28 de maio de 2013

GATINHOS COM ROUPAS

Gatinhos com roupa - Projeto: Os Felinos
     Uma das curiosidades que as crianças tinham sobre os gatos, é se eles também usam roupas assim como os cachorros. Pesquisamos na internet e vimos que usam sim e ficam muito lindos!
 Então resolvemos ser costureiros e confeccionar roupas para os nossos gatinhos:

    
   Fizeram o desenho com canetinha e giz de cera e usaram retalhos de tecidos de diferentes estampas, texturas e tamanhos para "vestirem os gatinhos". Após o trabalho procuro sempre expor em um lugar que fique a mostra, pois assim todos podem participar de alguma forma do nosso projeto e acompanhar o seu desenvolvimento. 
Até breve
Prof.ª Silmara Farias
28/05/2013

ÁRVORE DE PÉS


Licença Creative Commons                                             ÁRVORE DE PÉS


Esse cartaz foi feito com os pés e mãos das crianças carimbadas com guache.(realizado em 19 de março de 2013)

É um cartaz informativo com dicas de bem estar para os pés como forma de publicizar e informar para a comunidade escolar o que estávamos pesquisando e descobrindo sobre os pés, pois "...assumo como meu papel resgatar as experiências das crianças, auxiliando-as na identificação e reflexão dos problemas e na concretização dessas reflexões em ações, principalmente as que gerem uma intervenção social passíveis de serem viabilizadas..." (Plano de Ensino de 2013- Silmara Farias)

DICA DE SAÚDE E BEM ESTAR
Chegou em casa com os pés cansados e doloridos?



Silmara Farias

segunda-feira, 27 de maio de 2013

MUSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL- PARTE 3

          Licença Creative Commons    
                   PRESENÇA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
CONHECENDO UM POUCO SOBRE AS ORIENTAÇÕES DO

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL


DICAS PRÁTICAS
Exploração de materiais e escuta de obras musicais, distinção entre som e silêncio;
Oferecer um universo musical rico incluindo uma variedade de gêneros, estilos e ritmos regionais, nacionais e internacionais;
Exploração dos sons do corpo, vocais e dos instrumentos musicais;
Repertório de canções para desenvolver memória musical;
Sempre que for explorar uma música ou um som (animais, objetos...), o mesmo deve estar contextualizado, pois caso contrário a utilização dos conteúdos musicais serão utilizados de modo inadequado e sem sentido;
Criações de canções utilizando rimas partindo dos nomes das crianças, frutas...;
Sonorização de histórias, principalmente com livros só com imagem;
Confecção de brinquedos sonoros utilizando diversos materiais (uma banda de sucata);
Vivenciar manifestações musicais de caráter folclórico, do seu grupo cultural, de outras culturas e épocas;
Rádio novela;
Estátua. (silêncio – som)
É aconselhável trabalhar especificamente com música 2 ou 3 vezes por semana, sendo a duração de 20 a 30 minutos.

                                                              Com carinho
                                                           Silmara Farias

domingo, 26 de maio de 2013

ASSEMBLEIA COM AS FAMÍLIAS

Durante a reunião com as famílias, abordei a problemática sobre o calçado adequado. Lancei a pergunta: "o que seria um sapato adequado para uma criança vir para a escola?" Todos os presentes falaram que o mais indicado seria o tênis. Mas e a qualidade desse tênis? Expliquei que algumas crianças estão caindo muito porque o sapato está escorregando. Todos puderam dar sua opinião e então concluímos:

  • procurar comprar tênis com solado de borracha e não de plástico;
  • orientar as crianças sobre a importância do uso de um sapato confortável e seguro, fazendo com que ela reflita sobre suas escolhas;
  • a criança se deixa levar apenas pelo personagem, cabendo ao adulto a decisão correta. Uma sugestão que uma mãe: o adulto pode deixar a criança escolher entre 2 modelos, desde que os 2 sejam adequados. Uma forma de resolver um impasse, onde as crianças costumam induzir a compra, fazendo uso de algumas artimanhas (choro, birra);
  • deixar para comprar calçados de personagem para passeios com a família;
  • não houve a menção sobre os valores dos calçados, mas ressaltaram a importância de escolher marcas que se preocupam com o bem estar da criança;
Gostei muito de realizar essa discussão com as famílias, pois todos se mostraram dispostos a tentar da melhor maneira possível, solucionar o problema em questão. Outro aspecto positivo foi a participação de todos, relatando suas dúvidas e dificuldades em conciliarem a preocupação com a segurança da criança e ao mesmo tempo atender os pedidos dela. 
Foi um momento de formação e crescimento para todos! Espero poder proporcionar outros momentos de discussão e formação com as famílias e para isso pretendo organizar encontros mensais para tratar de assuntos diversos.
Silmara Farias

sexta-feira, 24 de maio de 2013

ATIVIDADE COM AS FAMÍLIAS

Hoje aconteceu a nossa 2ª reunião com as famílias . Após o café da manhã e após termos conversado sobre vários assuntos, propus para eles uma atividade de registro, onde cada um iria desenhar algo para deixar para seus filhos, ampliando assim a nossa galeria de quadros, feitos com papelão, pintados com guache na cor branca e desenhados com canetinhas e lápis de cor.  Apenas uma mãe se mostrou resistente para fazer o desenho, justificando que não sabia desenhar, então sentei junto com ela e fomos fazendo juntas, mesmo porque ela queria agradar o filho. Todos puderam escolher o que queriam desenhar, mas todos registraram algo relacionado ao projeto dos felinos, demonstrando o quanto os projetos alcançam e envolvem as famílias.



COMPARTILHANDO A PRÁTICA EDUCATIVA COM AS FAMÍLIAS


RELATO DOS PROJETOS E ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ATÉ AGORA APRESENTADOS PARA AS FAMÍLIAS NA REUNIÃO DE HOJE (24 de maio de 2013)

PROJETO: EU-VOCÊ-NÓS:
·         Vida intrauterina: formação, desenvolvimento, crescimento, a função do cordão umbilical, o que os bebês fazem quando estão dentro da barriga da mamãe. ATIVIDADES: bexiga com água e bonequinho de E.V.A; plantação e cuidados com os feijões; representação da barriga através de desenho em diferentes materiais; observação de fotos das mães grávidas; vídeo da internet sobre o assunto; pesquisa com as famílias.
·         Nascimento: escolhas dos nomes e seus significados, a função social de nossa Certidão de Nascimento, características físicas, as diferenças, composição das nossas famílias, relação familiar, pessoas com necessidades especiais. ATIVIDADES: desenho no espelho; desenho de nosso esquema corporal; nomeação e identificação das partes do corpo através da música; vídeo da internet sobre pessoas com deficiências físicas e histórias de superação; visita de um ônibus adaptado para facilitar a acessibilidade dos usuários; pesquisa com as famílias; leitura e empréstimo dos livros das coleções Ciranda da Diversidade e Ciranda das Diferenças; passeio na casa da Silmara para compartilhar um pouco da vida familiar de cada um.
·         Crescimento: as mudanças do nosso corpo e das nossas ações, destacando o crescimento de nossos PÉS. ATIVIDADES: pesquisa com as famílias sobre o Saci e as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência física; dia dos pés; pés de texturas feitos de E.V.A e materiais diversos; árvores de pés carimbados com tinta; história do João e o Pé de Feijão; CD com músicas relacionadas ao trabalho para presentear as crianças e assim ampliar o universo musical, comparação do tamanho da altura e do pé de quando eram bebês e de agora; contorno dos pés; sapato adequado; cuidados e higiene dos pés, número de nossos sapatos.
PROJETO: OS FELINOS
·         Cartazes com o que já sabemos sobre os gatos e sobre o que ainda precisamos descobrir juntos
·         Brincadeiras de gatinho e pintura no rosto
·         Passeio no Bosque dos Jequitibás, explorando em especial os felinos; desenharam o achavam que iriam ver no bosque e depois do passeio desenharam o que realmente viram; cartazes dos animais que vimos e o que não vimos no bosque com figuras enviadas pelas famílias; confecção de almofadas com desenhos de felinos, registrando de outra forma o nosso passeio; descobrimos que os gatos também são felinos, ou seja, parentes dos grandes gatos (leão, tigre, onça), o habitat natural dos felinos (África e Brasil);
·         Confecção de gatos com embalagem de amaciante para os grandes e de iogurte para os pequenos. Com esses gatos trabalhamos a composição de nossas famílias, a alimentação dos gatos bebê e adulto, a presa principal dos gatos: os ratos, confecção de rato com sucata e brincadeira de gato e rato;
·        
OUTRAS ATIVIDADES:
Confecção de brinquedos com sucata, brincadeiras com tecidos (fantasias criadas e inventadas pelas crianças), a visita dos álbuns nas casas das famílias, empréstimo de livros e de jogos, culinárias, festa de aniversário caderno para o dia das mães.
O meu desejo é que a cada dia o aprender se faça de modo significativo e prazeroso
Prof.ª Silmara

quinta-feira, 23 de maio de 2013

REUNIÃO DE PAIS


    Nessa semana me dediquei a pensar e planejar a reunião de pais, que aqui na Prefeitura de Campinas chamamos de Reunião de Famílias e Educadores. Penso sempre em transformar esse momento em um encontro, onde cada um pode participar ativamente e compreender melhor a criança e seu desenvolvimento, a escola e sua proposta pedagógica e a família e suas vivências.
    Fazer desses encontros um momento de formação e de reflexão junto e com as famílias sempre foi o meu maior objetivo e desafio, perseguido e construído a cada encontro. Gosto de poder partilhar e compartilhar com as famílias um pouco da minha experiência de vida e estar aberta ao que eles também querem partilhar e compartilhar, fortalecendo cada vez mais nossa parceria.
  Acredito que algumas práticas necessitam ser combinadas, discutidas e praticadas diariamente e em momentos planejados com as crianças e seus familiares. Todos estando cientes, integrados, envolvidos e ouvidos, podem se sentir responsáveis e corresponsáveis, dando autenticidade, sentido e significado para tais práticas.
   Pretendo nesse encontro, que acontecerá amanhã dia 24 de maio de 2013, discutirmos a questão do sapato adequado. A escola orienta as famílias para que as crianças venham para a escola com sapato seguro e confortável. Mas como cada família compreende essa orientação? Será que o que é confortável e seguro para mim é para você? Venho percebendo vários sapatos que ao invés de dar segurança, estão favorecendo alguns acidentes,  será que as famílias estão percebendo isso? É a criança ou o adulto que escolhe o sapato? Quais são os critérios? Essa discussão se faz urgente e depois deixo registrado aqui o que iremos discutir e combinar.
 Esse é o planejamento e a organização desse encontro:
·         Café da manhã coletivo     
      Conversa com o diretor da escola para que ele possa compartilhar com as famílias as funções de seu cargo, já que isso é um desejo delas manifestado em entrevistas individuais
·         Sessão cineminha com as fotos tiradas até hoje na escola
·         Desenvolvimento dos Projetos da sala
·         Acompanhamento da vivência da criança na escola
·         Exposição de atividades das crianças (quadros feitos em papelão)
·         Estudos do Meio (passeios) que serão realizados durante o ano e o passeio do final de ano
·         Atividade especial com as famílias: pintura de quadros feitos de papelão para presentear as crianças
·         Avisos importantes
·         Conversa individual com as famílias, se necessário.
                                                     
                                                                                       ABRAÇOS 
                                                                                       SILMARA FARIAS

segunda-feira, 20 de maio de 2013

REGISTRO ATRAVÉS DO DESENHO


      Licença Creative Commons                     REGISTRANDO NOSSO PASSEIO
  Sabemos que o desenho é uma forma de registro, um modo de deixar marcas que representem nossas experiências, nossos pensamentos e nossas falas.  
   As crianças gostaram tanto do nosso passeio no Bosque dos Jequitibás que pensei em tornar o registro dessa atividade mais significativo, duradouro e ao mesmo tempo visto diariamente. No saco de tecidos/retalhos que consegui havia um tecido bem grande e vi que daria para fazer algo para as crianças desenharem. Recortei o tecido em pequenos retângulos e colei com cola quente, pois não sei costurar, e passei um biquinho de crochê para dar acabamento. A princípio pensei em transforma-los em sacolas, mas quando as crianças viram o tecido já pronto para realizar o desenho, me perguntaram se era uma almofadinha. Devolvi a pergunta para elas: “o que vocês acham que é?” e elas responderam quase que em unanimidade que era almofadinhas. Então fomos registrar o nosso passeio estampando as nossas almofadinhas! 
     Trabalhar  com a metodologia de projetos, vem me ajudando a tornar cada vez mais o trabalho participativo e ativo de todos os envolvidos na prática pedagógica, o que eu avalio positivamente, pois quando cada um se sente co-responsável por algo, o desejo de fazer, ver e sentir se torna bem maior e significativo.    



domingo, 19 de maio de 2013

MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL-parte 2


 Licença Creative Commons            PRESENÇA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
                              CONHECENDO UM POUCO SOBRE AS ORIENTAÇÕES DO
REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

 O  RCN cita algumas práticas dos docentes que ao invés de ajudar a criança a construir seus saberes, colabora para uma educação mecânica e estereotipada, reforçando a imitação, deixando de lado a criação. Alguns exemplos:
Música para formação de hábitos, atitudes e comportamentos;
Datas comemorativas;
Memorização de conteúdos;
Bandinha de material inadequado a qual produz qualidade sonora deficiente;
Usar a bandinha somente para o desenvolvimento motor, da audição e do domínio rítmico.
  “Nesses casos a música é tratada como um produto pronto, que se aprende a reproduzir e não uma linguagem que se constrói.”

O QUE EVITAR?
Atividades que estimulem somente a imitação gestual mecânica e estereotipada fazendo com que a criança siga apenas um modelo pré-estabelecido.
Escolher letras muito complexas, exigindo muita atenção para a interpretação e comprometendo a realização musical.
Escolher músicas que não exijam muito esforço vocal.
Excesso de gesto marcado pelo professor, onde a criança para de cantar para realizá-los, contrariando a integração entre a expressão musical e corporal.
Textos de difícil compreensão.
Exercícios com instruções: (imitar um gato no som agudo e cachorro no grave).
Música de pano de fundo durante outras atividades impedindo que a valorização do silêncio aconteça.
Limitar o contato das crianças com repertório dito “infantil”, sendo esse muitas vezes estereotipado e inadequado.

"Quanto mais pensarmos sobre a prática docente, mais estaremos deixando para trás uma prática espontaneísta"  Silmara Farias

sexta-feira, 17 de maio de 2013

TRABALHANDO COM AS DIFERENÇAS


       Licença Creative Commons    RELATO DO DIA 11 DE ABRIL DE 2013

Hoje foi um dia muito interessante. A M. V. está apresentando crise de ansiedade, chora o tempo todo, não come, não bebe água, não brinca, não conversa com os amigos, ficando o tempo todo do meu lado e me seguindo aonde quer que eu vá e só para esclarecer ela é uma criança com paralisia cerebral, comprometendo o lado direito. Já havia esgotado os meus recursos para tentar convencê-la e lembra-la de quanto ela gostava da escola e como aqui é legal e o quanto ela é querida por todos.           
Saímos do parque e fomos para a sala de multimídia. Hoje é o dia em que fazemos o empréstimo de livros e como estamos conversando sobre as diferenças das pessoas, bem como as deficiências físicas, combinamos que eles iriam levar para casa os livros da Coleção Ciranda da Diversidade e das Diferenças, as quais abordam temas relacionados a algumas deficiências e outras dificuldades. Comecei a ler os títulos dos livros e ler o resumo de cada  um antes de colocar para eles escolherem.
Quando li o da Centopéia a M. V. disse: “ELA É IGUAL A MIM, COM PROBLEMINHA NA PERNA, QUERO LEVAR ESSE LIVRO.” Quando dei por mim ela estava falando da suas limitações com tanta naturalidade e com tanto envolvimento que cheguei a me emocionar, pois o que eu achei que poderia ser um problema, tocar nesse assunto com o grupo por causa dela, mesmo que indiretamente, ela reagiu completamente contrário, se mostrando ciente de suas limitações e do seu tratamento, pois contou para todos que vai na CEI para poder conseguir abrir a mãozinha e a reação do grupo foi de igual comportamento, pois nunca a trataram com diferença.
 Após esse momento passei vídeos para eles do YOU TUBE de atletas deficientes, com histórias de muita superação. Assim como a M. V., todos gostaram muito do que viram e teceram vários comentários, demonstrando admiração em ver pessoas sem braços e pernas fazendo exercícios, ganhando medalha, sorrindo, fazendo tanta coisa... Essa hora passou que ninguém viu, e o melhor a M. V. tinha voltado a sorrir e demonstrar envolvimento e interesse pelas atividades.
Isso prova que o fazer pedagógico intencional e planejado vai além daquilo que prevemos, percorrendo e alcançando caminhos esperados e inesperados, mas o importante é estar sempre atento para não deixar passar essas oportunidades ricas de intervir, propiciando descobertas e compreendendo mais sobre cada criança.
Estar sempre sensível às necessidades das crianças é um exercício constante para o professor, pois são nesses momentos que elas podem revelar algo escondido, mas que é de muito significado e relevância para ela, contribuindo assim para que o professor possa compreendê-la melhor e assim poder ajudá-la de alguma forma.

MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Licença Creative Commons




PRESENÇA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
CONHECENDO UM POUCO SOBRE AS ORIENTAÇÕES DO
REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FORMAÇÃO
                    A maioria dos professores de educação infantil não tem uma formação específica em música, por isso o trabalho pessoal deve ser contínuo, se sensibilizando, reconhecendo a música como linguagem, entendendo e respeitando a expressão musical das crianças em cada fase, estimulando sempre sua capacidade expressiva. 
                   O professor deve procurar estar atento ao que cantam e dizem as crianças, o que toca nas rádios, tema de filmes, repertório musical das famílias, bem como as suas próprias lembranças de canções significativas para que seu trabalho seja com e para as crianças. Consciente do seu papel o professor deve incentivar bons hábitos, como respirar tranquilamente, manter-se relaxado e com boa postura e não forçar a voz.
    Sempre que formos realizar uma atividade com música é importante sermos guiados por        essas perguntas:
      Essa atividade respeita o modo de perceber, sentir e pensar das crianças?
      Contribui para a construção do conhecimento de modo significativo?
                 Se as respostas forem afirmativas, a música terá seu objetivo atingido, ou seja, tratada como linguagem e forma de conhecimento.



AGUARDEM MAIS POSTAGENS SOBRE ESSE ASSUNTO.
 ESPERO ESTAR CONTRIBUINDO DE ALGUMA FORMA! 
ABRAÇOS
SILMARA FARIAS

quinta-feira, 16 de maio de 2013

VISITA ESPECIAL



       
E lá vamos nós para mais um passeio!
Local: casa da profª Silmara




  As crianças sempre me perguntam como é e onde é a minha casa. Pensando em estreitar ainda mais a nossa relação de amizade, eu e as crianças planejamos um passeio em minha casa e durante o ano iremos visitar as casas das crianças, pois é um desejo grande delas, manifestado desde o começo do ano. Acredito que levar a escola até a família e trazer a família até a escola, só tem a colaborar para uma parceria efetiva, tendo como principal foco a criança. Envolver as famílias de modo que se sintam parte da escola, respeitando e valorizando sua cultura só irá contribuir para um trabalhado integrado e eficaz com as crianças, pois só assim família e toda comunidade escolar poderá compreender e vivenciar que a escola é um espaço democrático. O passeio foi maravilhoso, inesquecível para todos! 
Algumas fotos dessa visita:

PARADA PARA UM LANCHE RÁPIDO!

TEVE MUITA BRINCADEIRA!
 AS CRIANÇAS  SE SENTIRAM EM CASA!



terça-feira, 14 de maio de 2013

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL


  
Licença Creative Commons
  Tanto a observação quanto o registro devem estar a serviço da identificação dos elementos que interferem nas relações de ensino/aprendizagem. O educador precisa estar atento àqueles indícios que têm significado para o contexto do seu trabalho. Não é tarefa fácil, por isso é importante que se tenha a clareza de que supõe um exercício diário de olhar para além do que se vê, de desvelar o significado escondido, muitas vezes, numa expressão de espanto, no silêncio, no gesto, no choro, na fala, no sono, nos cuidados, no corpo. Também supõe um exercício contínuo de dedicação, feito por um professor pesquisador, reflexivo, comprometido com a educação.  
    Mas o que deve ser avaliado? Quando? Como avaliar? Que instrumentos e procedimentos se devem utilizar? Para que e para quem avaliar? São perguntas desafiadoras que impulsionarão o professor a uma reflexão, seguida de ações, umas que irão dar certo outras nem tanto, dependendo da realidade pertencente.  Tomando como base As Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil, no artigo décimo, fica claro que o sentido da avaliação no contexto da Educação Infantil é a investigação e não o julgamento, a qual deve, segundo o documento, ser socializada com as famílias. De acordo com o meu contexto de trabalho,  busco estar coerente com essas orientações, valorizando na criança o seu conhecimento, sua cultura, suas habilidades, as interações que estabelece e suas diferentes formas de expressar-se, evitando assim a padronização.

Compartilho agora com vocês um pouco da minha maneira de registrar:

"...A turma vem se mostrando interessada, participativa, questionadora e muito curiosa, e as coisas estão fluindo e rendendo muitas descobertas e conhecimento. Percebo que nas brincadeiras do faz-de-conta tudo que conversamos e aprendemos se concretiza nesses momentos, principalmente quando brincam de filhinho. As famílias continuam participando sempre que solicitadas..." ( 19 de março de 2013)



segunda-feira, 13 de maio de 2013

BOSQUE DOS JEQUITIBÁS



Lá tivemos a oportunidade de ver vários animais, tirar algumas de nossas dúvidas com os monitores que nos acompanharam, além de estarmos juntos com pessoas que amamos para partilhar e compartilhar conhecimentos, alegrias e estreitar ainda mais os laços de nossa amizade.

As crianças gostaram muito, principalmente dos felinos, pois esses animais sempre encantam as crianças e despertam muitas curiosidades, além de ser o tema do nosso projeto. Outro espaço do bosque que causou muitos comentários foi o Museu da História Natural, um espaço com diversos ambientes, simulando alguns habitats. Vale a pena conferir!


O Bosque de Campinas ainda precisa melhorar muito, faltam animais nos recintos, término de reformas, trazer animais diferentes e pensar em melhorar a visualização das crianças pequenas que, aliás, são as que mais apreciam e se encantam com os bichos. Fica a dica! 
Campinas merece um Bosque revitalizado!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

LEMBRANÇA PARA O DIA DAS MÃES




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 Um presente bem legal e singelo(UM MIMO) - caderno encapado com tecido e decorado com o desenho de cada criança. E quem é que não gostaria de ganhar um mimo como esse?

Trabalhar datas comemorativas sempre nos remete a padronização e às vezes causa-nos desconfortos em associar a escola ao consumismo veiculado a essas datas. Em nossa escola, e acredito que em muitas outras, buscamos articular essas datas com os projetos que estamos desenvolvendo em sala. A criança está inserida em uma sociedade, e recebemos influencias a todo tempo, principalmente dos meios de comunicação. Mas o que fazer? Fechar os olhos enquanto educadores e simplesmente fazer de conta que algumas datas não existem e que tem o seu valor em nossa sociedade, na minha família, na sua e das crianças? Com certeza, a resposta para essa pergunta está no ato de escutar as crianças com um ouvido atento e desarmado, de forma democrática sem querer impor a sua ideia. E é nesse pensamento que o trabalho com as mães aconteceu em minha sala, partindo da constituição de nossas famílias representadas pelos gatos a conversa foi acontecendo e caminhando, principalmente para a figura materna, de quem recebemos carinho, que necessariamente não precisa ser a mãe biológica. Tocamos nesse aspecto pois uma criança é orfã de mãe e desde bebê foi criada pela tia com muito amor e carinho, situação semelhante a minha, que sempre que oportuno e necessário compartilho com o grupo.

As nossas descobertas sobre a vida uterina e os laços de amor que temos com nossas mães e a necessidade que as crianças têm de expressar esse sentimento, mais os comentários das crianças na roda da conversa sobre o Dia das Mães, culminou num trabalho integrado, contextualizado, vivido e com sentido para o grupo, o que tornou prazeroso e envolvente cada etapa. 
Na contra-capa do caderno cada um deixou registrado para sua mãe uma mensagem de amor, acompanhado da foto da criança com a sua família.                                          
Ficou lindo!
Parabéns à todas as mamães!


terça-feira, 7 de maio de 2013

BRINCANDO COM TECIDOS


Hoje mais uma vez foi um dia muito divertido. Ganhei alguns retalhos de tecidos e levei para as crianças. Elas criaram personagens e brincaram demais! Aproveitei para filmá-los, procurando fazer uso de mais esse recurso para registrar a prática pedagógica.
Apanhei um pouco até descobrir como fazer, mas o resultado foi bem legal e o melhor de tudo, é ver como as crianças se envolveram na brincadeira. Confira um pouco dessa atividade:
video

O CUIDAR E O EDUCAR

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O cuidar e o educar são indissociáveis, ao mesmo tempo em que se cuida se educa, se preocupa com o bem-estar de cada um, se repassa intencionalmente hábitos de uma cultura, essenciais para a própria saúde e a do grupo em que está inserido. Essa relação do cuidar e do educar requer do professor uma atenção maior e uma disposição para suas ações nessas duas realidades. Planejar um dia com os pequenos é muito mais que pensar apenas nos aspectos cognitivos e organizar atividades que envolva papéis, tintas e tantos outros materiais. É pensar também no ambiente que irá acolher essa criança, preocupando-se com a segurança física, para que ela possa explorar o ambiente com liberdade sem o risco eminente de acidentes e obstáculos que possa dificultar ou impedir o seu pleno desenvolvimento. Cuidar e ensinar o cuidado de si exige uma grande preocupação entre garantir a segurança das crianças e ao mesmo tempo incentivá-las na exploração dos espaços e brincadeiras. Para isso algumas práticas necessitam ser combinadas, discutidas e praticadas diariamente e em momentos planejados com as crianças e seus familiares. Todos estando cientes, integrados, envolvidos e ouvidos, podem se sentir responsáveis e co-responsáveis, dando autenticidade, sentido e significado para tais práticas.